Pearl e Maxine, novas ícones do terror na franquia de Ti West
Um grupo de jovens, acompanhado de um tutor experiente, chega a uma propriedade rural bucólica e sombria para curtir um fim de semana regado a sexo e drogas, quando de repente começa uma chacina inescapável. Essa não é exatamente a premissa do enredo de "X – A Marca da Morte" (2022), mas é a premissa que marcou o gênero de horror slasher no começo dos anos 1980, sobretudo na franquia "Sexta-Feira 13", e de lá pra cá já foi utilizada quase à exaustão, com uma ou outra variação de cenário e trama. Contudo, em "X – A Marca da Morte", o diretor e roteirista Ti West prova que essa quase exaustão foi um cuidado meu necessário. Ao ver "X", tive a impressão que essa premissa clássica oitentista está no roteiro de West como tributo. Assim, o diretor embarca em uma das ondas cinematográficas do mome...
