Grupo de artistas de São Luís lança fanzine para circular arte fora da ‘lógica algorítmica’
O desassossego perante uma sociedade cada vez mais algorítmica e menos tátil, especialmente nas artes e nas culturas, motivou um grupo de artistas de São Luís a produzir um fanzine que - tamanho não é documento! - tem potencial para sacudir certas estruturas da capital maranhense sem receio de ferir egos e, principalmente, sem ter que depender apenas das estratégias "adoecedoras" de engajamento das redes sociais. Segundo o escritor e compositor Felipe Costa Cruz, editor do projeto, o Jirau nasceu do "extinto de sobrevivência" de quem se nega a se "diminuir para caber nas redes" e a "negociar propostas estéticas para satisfazer demandas algorítmicas". No editorial da Edição Zero, o recado é claro e direto: "Nosso assalto é tríplice: crítica cultural - arte - política. Crítica, palavra tabu ...







